Curta a diversidade de árvores dos empreendimentos

Conheça as várias espécies que encantam nossos empreendimentos e confira algumas dicas de como aproveitá-las neste Dia da Árvore. 

21/09/2015

Curta a diversidade de árvores dos empreendimentos

Dia 21 de setembro é a data escolhida para fazer uma pausa e refletir sobre a preservação de umas das nossas maiores riquezas naturais: as árvores. No entanto, é importante frisar que esse é só um dia representativo para marcar a necessidade dessa conscientização que, na realidade, deve ser feita diariamente.
 
Que tal aproveitar esse dia e esse clima delicioso para fazer atividades em que a árvore seja sua companhia? Veja como além dos benefícios que já sabemos que elas proporcionam às nossas vidas, elas pode ser úteis para os momentos de lazer.
 
Com esse sol quente, nada melhor que a sombrinha das folhas para se abrigar e refrescar. Vale complementar com uma boa música para dar aquela relaxada.
 
Uma rede de descanso também é ótima pedida e fica ainda mais gostoso sob uma árvore, em meio à natureza. Outra companhia que casa bem com a sombra de uma árvore é o livro. Deixe sua leitura ainda mais prazerosa ou conte histórias para as crianças. Aproveite para ensinar a elas a importância das árvores ao meio ambiente.
 
Para quem gosta de esporte, e pensou em aproveitar a companhia da árvore para a prática do slackline, por exemplo, é importante dizer que para essa atividade, devem-se tomar os cuidados necessários para protegê-la e não danificá-la. Para a prática, são necessárias algumas medidas como utilizar árvores fortes com mais de 30 cm de diâmetro e proteger o tronco em todo o seu diâmetro onde fica a fita ou corda de amarração utilizando cobertor, carpete ou papelão grosso.
 

                 
 

Diversidade nos empreendimentos
 
Nos empreendimentos da Momentum, há uma imensa variedade de espécies para você curtir e admirar.
 
Na Riviera de Santa Cristina XIII o ipê-branco, do Setor Marina, e a sibipiruna, do Setor Iate, estão dando um show nesta época em que começaram a florir.


 
Para quem gosta de apanhar frutas do pé, na Riviera de Santa Cristina II tem pé de marolo - fruto típico da região que lembra a pinha –, pitanga, manga, goiaba, jabuticaba, caju e jambolão.

Fora isso, por lá também se encontra o colorido dos ipês, quaresmeiras e manduiranas; além de uma árvore bem peculiar: o pau d’alho, que possui cerca de 160 anos! Já contamos no blog uma curiosidade sobre ela: em dias de chuva, é possível sentir um cheiro de alho ao raspar suas folhas nas mãos. O chá dessas folhas é utilizado contra a gripe, já o das raízes, dizem ser vermífugo.
 

 
Que delícia é curtir a sombrinha embaixo do histórico Pau-Brasil do Santa Bárbara! O oiti e o pé de jambo também proporcionam um agradável refúgio do sol. No empreendimento tem ainda a imponente ficheira (também conhecida como guapuruvu) que chega a até três metros de altura, além de frutíferas - jambolão e manga - e as coloridas sibipiruna, ipês brancos e amarelos, que são um espetáculo.


 
No Ninho Verde I opções é o que não falta. Lá também tem a nativa oiti - conhecida por ser usada na produção de borrachas, lonas de freios, tintas e vernizes - e um belíssimo conjunto de jambolão, que fica à beira do lago. Imagina que relaxante é ler um livro nesse lugar!
 
Por lá também tem a ornamental abricó-de-macaco, a acácia – cujas flores só aparecem no inverno e é peculiar por possuir valor simbólico para muitas crenças -, a gabiroba – produtora de frutos adocicados, com plantas ricas em vitamina C (boa para o combate à gripe). Sua planta tem também efeitos terapêuticos, em que a casca e folhas podem ser preparadas por infusão, e são adstringentes.


 
Recentemente o Ninho Verde II reflorestou uma área verde de aproximadamente 60.000 m² com diversas espécies de árvores, dentre elas: pés de amora, de jambolão, de pitanga, jatobá, calabura, flamboaiã, aroeira-pimenteira, jequitibá-branco e paineira. Fora as espécies reflorestadas, no empreendimento é possível encontrar abrigo para descansar debaixo das folhas de angico-preto, ou contemplar a beleza dos galhos do cambará, do jacarandá-mimoso, ou do tambará – este localizado na rotatória da portaria de pedestres e que contou com orientação agronômica para recuperá-lo de pragas e deixá-lo lindo novamente, como está agora.
 

 
A Riviera de Santa Cristina I conta com o majestoso jequitibá – árvore símbolo do estado de São Paulo, uma das mais altas da flora brasileira, cujas sementes são o “prato” preferido dos macaquinhos. No empreendimento há também o exuberante bálsamo - cujo óleo (balsâmico) costuma ser usado na medicina e para fazer perfumes –, o pau-ferro – conhecido como ébano brasileiro por sua alta densidade–, a estonteante copaíba, o fícus, a canelinha, e muito mais.


 
No Terras de Santa Cristina IV as espécies que se destacam são: o pequizeiro – cujos frutos são bastantes apreciados na culinária e atraem pássaros e animais da região; suas folhas são aproveitadas para preparar um chá medicinal, que auxilia na regulação do fluxo menstrual. O barbatimão – bastante usado para a cura de enfermidades como doenças de pele e feridas, além de ser bastante ornamental. O cedro – que chega a atingir 35 metros de altura e que apesar de parecer morto durante o inverno pela perda das folhas, neste mês de setembro suas folhas renascem, tornando-o uma linda árvore.


 
O Terras de Sta. Cristina III conta com uma gama enorme de variedades: munguba, pata-de-vaca- resedá, grevílea, tipuana, além das espécies em comum com o Terras de Sta. Cristina V (dentre alguns outros empreendimentos) como o oiti, pau-ferro, canafístula, ipê, cedro e sibipiruna.


 
É árvore que não acaba mais! Procure conhecer mais sobre as suas especificidades e tirar o melhor proveito delas, preservando-as para que tenhamos sempre o prazer de sua companhia.
 

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