CASA DE CAMPO: é possível ter isolamento social com qualidade de vida

Recomendação de ficar em casa é mais fácil de ser cumprida – e até agradável – para quem tem o privilégio de ter uma casa de campo.

13/04/2020

CASA DE CAMPO: é possível ter isolamento social com qualidade de vida

Proximidade da natureza, aconchego e muitos momentos ao lado de quem se ama. Tudo isso bem longe das aglomerações e com segurança, mesmo quando é preciso sair de casa para ir ao mercado ou à farmácia.

A pandemia da Covid-19 nos faz questionar se o adensamento populacional é uma boa opção para a humanidade. Afinal, os maiores índices de mortalidade do coronavírus têm sido registrados em cidades exageradamente populosas, como Wuhan (China), Milão (Itália), Madrid (Espanha), Nova York (Estados Unidos) e São Paulo (Brasil).

A Momentum se orgulha por oferecer um refúgio para centenas de famílias, mantendo os loteamentos que administra com absoluta normalidade: limpos, organizados e sem interrupção dos serviços básicos: recolhimento de lixo, monitoramento de alarmes, controle de portaria, fornecimento de água limpa, abundante e com controle de qualidade.

Confira abaixo o que alguns proprietários falaram sobre as vantagens de passar a quarentena em suas casas de campo:

Claus William Schulze, proprietário de casa no Terras de Sta. Cristina V, que faz parte do grupo de risco da doença, por causa da idade: “Passar a quarentena aqui está sendo ótimo, não poderia ser melhor. Tenho sugerido a amigos que têm casa aqui, mas residência fixa em São Paulo, que também venham. A grande vantagem é que aqui podemos desfrutar de muito sol e ar puro. É o ambiente ideal, não só agora durante essa crise. Que sorte eu tenho de ter um lugar como esse agora. Estou onde gosto, longe das aglomerações e portanto, longe do vírus! Me sinto seguro e confortável”.

Damares Talita Macedo, proprietária de casa no Ninho Verde I Eco Residence, que passa a quarentena com o marido e o filho, de 19 anos: “Esse momento não está sendo fácil. Estou trabalhando em esquema de home office e estava muito triste, trancada em SP. Então decidi vir para cá, para o paraíso. Aqui não tem estresse, acordamos com o som dos passarinhos, temos ar puro. Até trabalhar aqui fica mais prazeroso. Gostamos tanto que meu irmão alugou uma casa por 3 meses e também veio”.

Nathalia Frateschi, proprietária de casa no Santa Bárbara Resort Residence, que está com o marido e os dois filhos pequenos: “Poder sair de São Paulo e passar esses dias de isolamento no Santa Bárbara não tem preço. Está me fazendo muito bem. Em SP, estava muito nervosa dentro de casa, com meus dois filhos, que estavam fazendo muita birra. Meu marido também não estava conseguindo trabalhar por causa disso. Agora, aqui, estamos todos em paz, tranquilos e felizes. Podemos caminhar, as crianças brincam, tudo em contato com a natureza. Ainda ouvimos os pássaros, sentimos o cheiro dos eucaliptos, vemos o pôr do sol todo dia, apreciamos o luar... Isso é mágico! São pequenas coisas que, na cidade, não damos valor. Foi a melhor escolha que fizemos por nossa família”.

Letícia Castello, proprietária de casa no Ninho Verde II, que escolheu passar a quarentena com o marido, a filha de dois anos, a irmã e os pais, que são aposentados: “Meu marido e eu estamos conseguindo trabalhar de forma remota, enquanto minha irmã, que é nutricionista, está atendendo online. No final do dia, ainda fazemos exercícios juntos, na área externa da casa. Durante o dia, meus pais, que são aposentados, ficam brincando com minha filha de dois anos. Em São Paulo, moramos em apartamento, então a principal vantagem é realmente o contato com a natureza, a possibilidade de fazer atividades ao ar livre, com tranquilidade e ar puro, além do menor risco de se contaminar com o coronavírus, devido a distância entre as casas e as pessoas”.

Gislene Medeiros, proprietária e moradora do Ninho Verde II: “Moro no Ninho Verde há 3 anos. Antes morava em São Paulo, e não me imagino passando a quarentena lá. Gosto da tranquilidade e paz que tenho aqui. Como meu serviço é considerado essencial, continuo trabalhando, mas tenho uma calmaria e posso descansar muito melhor quando chego em casa, somente com a minha família”.

Sérgio Eduardo Moldenhauer, proprietário de casa na Riviera de Santa Cristina II, que por precaução, está em confinamento com sua esposa, pois fazem parte do grupo de risco: “Aqui na Riviera II temos mais liberdade de movimentação do que em São Paulo. Todo dia pela manhã e à tarde, minha esposa Leila e eu saímos para dar um passeio a pé por várias ruas secundárias, para evitar cruzar com outras pessoas. Aproveitamos para observar os pássaros e outros animais que encontramos. Isso alivia o estresse do confinamento. Sem falar que, de vários pontos, a paisagem com a represa ao fundo é muito relaxante. Nos isolamos da família por precaução. Temos 71 anos e somos do grupo de risco, mas sentimos muitas saudades de todos”.

Argemiro Aguiar, proprietário de casa na Riviera de Santa Cristina XIII, em isolamento na companhia da família (esposa, duas filhas e um tio, que faz parte do grupo de risco, por causa da idade): “Frequento o empreendimento há mais de 2 anos, mas nunca imaginei que um dia ele traria tanta suavidade a um momento tão crítico quanto esse. Tenho duas filhas, e deixá-las trancadas em casa na cidade é quase impossível. Estou aqui desde o dia 19 de março, e temos a estrutura necessária disponível, em especial o Cyber Café, onde podemos nos reabastecer de mantimentos e, claro, a segurança 24 horas. A princípio ficamos apreensivos em ficar tanto tempo isolados aqui, mas em poucos dias percebemos que o contato com a natureza traz momentos únicos, e ainda temos a represa, que nos traz um belíssimo pôr do sol ao final do dia”.

Ricardo Santos, proprietário de casa na Riviera de Santa Cristina III, que passa o isolamento com a esposa e os dois filhos: "Eu até acabei me adiantando. Uma semana antes de ser anunciada a quarentena oficialmente, resolvi arrumar as coisas, pegar a família e vir para cá. É muito melhor, porque nossa casa é ampla, com quintal grande, muita natureza e espaço para as crianças brincarem. Não tenho vizinhos próximos, e aqui também tem menos gente, então o risco é bem menor. Quando preciso ir para a cidade, tomo as devidas precauções, como o uso de máscara e álcool em gel. Aqui, minha esposa e eu podemos fazer exercícios ao ar livre, não precisa ser só dentro de casa. Está sendo excelente. Só temos a agradecer por ter esse privilégio".
 
E você, também está passando esse período na sua casa de campo? Conte sua experiência aqui nos comentários.

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